Sintomas de Pedra no Rim

Quem tem ou teve pedra no rim dificilmente soube qual era o problema logo de cara. Muito fácil de confundir com dor na lombar, por exemplo, esta é uma das doenças mais dolorosas que podemos ter.

Um dos motivos que torna pedra no rim tão difícil é o fato de que as crises podem ser extremamente desconfortáveis, especialmente por serem quase sempre inesperadas. Podendo ser acompanhadas de pressão baixa, há quem demore a tratar da maneira correta.

Veja a seguir 4 sintomas mais comuns de pedra no rim:
  • Dor: mulheres que já tiveram filhos costumam comparar a dor de ter pedras nos rins com a dor de parto. Ou, ainda pior, já que durante as contrações, a dor vai e volta, e numa crise, ela é permanente, podendo até mesmo causar desmaios.

  • Cólica: a dor causada pela pedra é uma cólica que pode aparecer no baixo ventre e também na região das costas. É super comum quem comece sentindo um fiozinhode dor na lombar e vá ao médico achando que se trata de coluna.

  • Xixi: é estranho dizer isso, mas você precisa cuidar atentamente do seu xixi, caso exista suspeita de pedra no rim. Ir ao banheiro toda hora e sentir dor ao urinar é um grande sinal de alerta. A presença de sangue no xixi também deve ser investigada.

  • Náuseas: sentir náusea ou ânsia de vômito uma vez ou outra não significa que você tenha pedra no rim. Entretanto, se este for um sintoma recorrente e acompanhado de algum outro sinal, vá ao médico o mais rápido possível.

Se você tem alguém na sua família com pedra no rim, é sempre muito importante manter um cuidado ainda maior na alimentação. Evitar a ingestão de sal é algo essencial.

Da mesma forma, é muito importante se manter hidratado e beber muita água, especialmente durante os períodos de crise. Caso a pedra seja pequena, é possível que ela seja expelida naturalmente. Já para as maiores, cirurgias podem ser indicadas.

Top 5 Sinais de Câncer

 

CancerHouve um tempo em que falar a palavra câncer já era assustador. Agora, porém, já se sabe que quanto antes iniciar o tratamento, maiores as chances de cura. Por isso, é importante ficar atento a qualquer sinal diferente dado pelo seu corpo.

Na verdade, a questão nem precisa se limitar a ter câncer ou não, mas em perceber qualquer alteração no organismo. Nossa natureza é maravilhosa e sempre dá um jeitinho de avisar que está na hora de fazer um checkup.

E se você está em dúvida sobre procurar ou não um médico, confira 5 sinais de que você precisa de uma consulta especializada:

  • Perda de Peso: sim, todo mundo costuma sempre querer perder um ou dois quilinhos, mas qualquer emagrecimento repentino e não desejado precisa ser investigado. A não ser que você esteja de dieta ou se recuperando de alguma doença, perder muito peso em pouco tempo é um sinal de alerta.

  • Sangramento: tudo bem sangrar se você tiver sofrido algum impacto ou algo do tipo, mas sangramentos espontâneos regularmente também precisam ser avaliados. De vez em quando até pode sair sangue do nariz, mas se isso acontecer frequentemente, e em outras partes do corpo, converse com seu médico.

  • Ferida: sabe aquela feridinha incômoda na pele, que parece não sarar nunca? Não precisa se assustar, mas pode ser o aparecimento de um câncer de pele, por exemplo. Fique atento para qualquer alteração que dure mais tempo do que você considera normal.

  • Tosse: depois de uma gripe ou resfriado, a tosse é absolutamente normal. Mas se exceder uma semana ou mais, pode indicar alergia, asma ou sinusite. E se acompanhada de rouquidão, de algum problema na garganta ou tireóide.

  • Fadiga: nossa rotina é cada vez mais puxada, mas se você estiver se sentindo cansado e fadigado o tempo todo, é possível que exista algo de anormal. Nem sempre é um indicativo de câncer, é claro, mas também pode indicar que a doença está presente no sangue, entre outros.

Vale dizer que estes sinais nem sempre indicam o diagnóstico de câncer. Na verdade, na maioria dos casos, é alguma outra doença corriqueira. O importante é tirar o peso do medo de consultar e ter confiança de que, seja o que for, você está se tratando.

 

Menopausa e Terapia Hormonal

Com a chegada da menopausa, a partir dos 40 anos, o metabolismo feminino se transforma, causando  um importante impacto na vida da maioria das mulheres.

Algumas conseguem superar essa etapa sem ajuda de remédios ou tratamentos. Para esse grupo, os sintomas são mais fracos e muitas vezes até passam despercebidos. A não ser pelo fim da menstruação, algumas nem notam as alterações que ocorrem internamente e externamente em seu corpo.

Porém, para a grande maioria das mulheres, os sintomas da menopausa podem ser difíceis de serem vencidos. Desde os calorões até a falta de interesse pelo sexo e a pele ressecada, tudo é muito intenso, especialmente porque nessa fase essas mulheres também ficam muito mais sensíveis.

É para essa maioria que a terapia hormonal é indicada. Especialmente para aquelas em quem os sintomas são tão intensos que atrapalham a sua vida normal. Atualmente no Brasil já existem boas opções de terapias hormonais, feitas à base de estrogênio que pode ser associado ao hormônio progesterona em alguns casos.

É fundamental consultar um médico especialista, que vai analisar seus sintomas e vários outros fatores, para então determinar qual a melhor forma de administrar o hormônio no seu organismo e também quando você deve começar o tratamento, se logo quando surgirem os primeiros sintomas ou se somente após a última menstruação.

Dentre as formas mais comuns disponíveis de terapia hormonal estão as pílulas. Práticas e eficientes, seu uso pode ser interrompido facilmente. Contudo, é necessário doses maiores de estrogênio e, portanto os efeitos colaterais são maiores. Os adesivos são outra forma de tratamento, aplicados até 2 vezes por semana, permitindo que o organismo absorva lentamente os hormônios e aliviando os sintomas. Essa apresentação pode causar alergia em algumas mulheres.

Outro tipo de tratamento hormonal é feito com a aplicação de um gel cutâneo. Ele é eficiente para aliviar os sintomas desagradáveis, entretanto, sua aplicação é mais delicada.  Outros tratamentos alternativos também podem ser incorporados ao tratamento tradicional, porém sempre com a prescrição médica que vai avaliar os benefícios e as contra-indicações em cada situação em particular. Ainda existem outros tratamentos mais modernos como implantes, sprays e até anel vaginal que eliminam quase que totalmente os sintomas com efeitos colaterais mais leves.